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SINTEST vai realizar protesto na abertura do ano letivo em Serra Talhada para cobrar direitos da categoria

 

Foto: Blog Luciana Rêgo.

Durante assembleia geral realizada na última quinta-feira (29), na Câmara Municipal de Vereadores de Serra Talhada, com educadores da rede municipal, o Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada (SINTEST) aprovou a realização de um protesto na abertura oficial do ano letivo de 2026.


A mobilização acontecerá a partir das 9h, do dia 2 de fevereiro de 2026 (próxima segunda-feira), em frente à Escola Municipal Vereador Manoel Pereira Neto – Neto Pereirinha, e fica localizada no bairro Bom Jesus, onde será realizada a solenidade de abertura do ano letivo. 


A decisão foi aprovada pelos presentes durante a assembleia, que contou com a participação da presidente do SINTEST, Veraluza Nogueira, a qual frisou que o protesto pacifico ocorrerá caso a Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, até a data marcada 


O protesto pacífico tem o objetivo de chamar a atenção das autoridades municipais, especialmente da prefeita Márcia Conrado, para as reivindicações da categoria.


Entre os principais pontos cobrados estão o cumprimento do piso salarial do magistério, a efetivação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), a realização de concurso público, o descongelamento salarial com pagamento retroativo, além da correta aplicação dos recursos do FUNDEF/FUNDEB, incluindo a discussão sobre precatórios e possível rateio.


Os educadores também demonstram preocupação com a quantidade de servidores contratados no município e defendem a realização de um novo concurso público ainda em 2026, como forma de garantir estabilidade, valorização profissional e melhoria na qualidade da educação pública.


De acordo com o sindicato, o protesto na abertura do ano letivo será uma ação pacífica, com caráter de alerta, reforçando que os profissionais da educação seguem abertos ao diálogo, mas não descartam novas mobilizações caso não haja avanços concretos nas negociações com a gestão municipal.


A expectativa da categoria é que a manifestação amplie a visibilidade das reivindicações e pressione o Executivo municipal a cumprir direitos que, segundo os educadores, já são garantidos por lei.

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