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SINTEST convoca assembleia geral e coloca professores em alerta sobre piso, PCCR e precatório do FUNDEF

 

Presidente do SINTEST, Veraluza Nogueira - Foto: Blog Luciana Rêgo.

Professores e trabalhadores da educação de Serra Talhada se mobilizarão diante de um cenário de tensão crescente com o Executivo municipal.

O Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação (Sintest) convocou uma assembleia geral da categoria para discutir pautas consideradas urgentes e estratégicas, em meio a impasses envolvendo direitos trabalhistas e o uso de recursos do precatório do FUNDEF.

A assembleia está marcada para a próxima quinta-feira, 29 de janeiro, às 9h, na Câmara de Vereadores de Serra Talhada. O edital de convocação foi divulgado nesta segunda-feira (26) e chama toda a categoria da rede municipal para o debate coletivo.

Entre os principais pontos da pauta estão o piso salarial do magistério, o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), a realização de concurso público, o descongelamento salarial com pagamento retroativo, a possibilidade de rateio, além da discussão sobre precatórios, a inclusão de auxiliares de creche no PCCR e o enquadramento dos professores no piso nacional.

Também será debatida a definição de estratégias de mobilização pacífica.

A convocação ocorre em um momento delicado da relação entre a categoria e a Prefeitura de Serra Talhada.

Educadores demonstram preocupação com a tentativa do governo municipal, comandado pela prefeita Márcia Conrado, de obter autorização judicial para que os juros de mora do precatório do FUNDEF sejam depositados em uma conta separada, sem vinculação obrigatória com a educação.

Para o Sintest, a medida pode abrir precedentes perigosos, permitindo a utilização livre desses recursos, o que contraria o entendimento defendido pela categoria.

Os trabalhadores reforçam que qualquer valor proveniente do FUNDEF/FUNDEB deve ser destinado prioritariamente à valorização da educação, incluindo o pagamento de salários, direitos acumulados e eventual rateio entre os profissionais.

A assembleia deverá definir os próximos passos da categoria diante do impasse e pode marcar o início de uma nova fase de mobilização dos profissionais da educação no município. 

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