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| Foto: Divulgação. |
A Delegacia de Polícia Civil em Serra Talhada vem registrando diversas denúncias de golpes esta semana, deixando vítimas com prejuízos financeiros de mais de R$ 4 mil.
Uma família denunciou um grupo de quatro mulheres e um homem por estelionato e fraude contra um idoso de 77 anos, na Zona Rural de Serra Talhada. A ação criminosa deixou um prejuízo de R$ 1.394.
O caso aconteceu na última sexta-feira (28), às 15h, na Fazenda Aldeota, localizada após o Poço do Serrote. O idoso estava com a sobrinha e em posse do cartão de crédito do filho, que deixa o cartão para urgências do pai. No meio da tarde o grupo chegou na casa das vítimas e ofereceu medicamentos que poderiam ajudar na saúde do aposentado.
A sobrinha negou a compra devido o valor dos produtos. Uma das suspeitas pediu um copo com água e seguiu a moradora até a cozinha. Ao retornarem, a jovem confirmou que o tio havia comprado seis frascos de três remédios diferentes com valores exorbitantes.
O filho e proprietário do cartão de crédito checou sua fatura confirmou as seis compras de R$ 432, R$ 432, R$ 200, R$ 220, R$ 220 e por último uma compra de R$ 110, somando mais de R$ 1.390. O caso foi informado a Delegacia de Polícia Civil e outras famílias da região também foram vitimadas pela ação do grupo.
Já nesta segunda-feira (31) por volta das 18h, uma mulher de 31 anos moradora do bairro Tancredo Neves, prestou queixa na Delegacia de Serra Talhada alegando que foi vítima de um golpe ao tentar comprar um veículo pela internet.
A vítima contou que iniciou uma negociação através do WhastApp com um rapaz chamado “Felipe” e também com um outro que se disse gerente de uma concessionária.
A serra-talhadense foi informada a fazer uma primeira transferência no valor de R$ 1 mil e logo em seguida outro depósito no valor de R$ 3 mil, totalizando um valor de R$ 4 mil. E que só após o repasse do dinheiro se deu conta de pesquisar a seriedade da tal concessionária. Foi quando descobriu que se tratava de um golpe. A mulher disse que tentou ainda contato com o suposto intermediador “Felipe” e não obteve mais respostas.
Os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil.










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